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SEMANA DA FAU-UFRJ 2007

ABERTURA SEMINÁRIO SUBÚRBIOS CARIOCAS

 

Boa tarde a todos!

 

Estamos mais uma vez reunidos para celebrar e fazer acontecer a nossa Semana da FAU, este ano dedicada ao tema dos Subúrbios Cariocas.

 

A Semana da FAU é, sem sombra de dúvida, o evento mais importante do calendário anual da nossa Escola. Por isso, durante esta semana, as aulas são suspensas, a entrega de trabalhos é adiada e todos os membros da nossa comunidade acadêmica são convidados a participar ativamente das atividades programadas.

 

Parar por três dias as atividades de uma escola como a FAU, com cerca de 1.700 pessoas, entre alunos de graduação e pós-graduação, professores e funcionários, não é uma tarefa propriamente simples. E mais, representa uma decisão grave, sobre a qual eu gostaria de fazer algumas rápidas, mas necessárias considerações.

 

Em primeiro lugar, a Semana da FAU não significa (nem pode significar) a paralisação das nossas atividades acadêmicas. Ao contrário, ela é um momento privilegiado de afirmação do nosso papel como Universidade Pública, comprometida com a qualidade do Ensino, da Pesquisa e da Extensão.

 

É isso que estamos celebrando aqui. Por isso a Semana da FAU é também (e, sobretudo!) uma festa. Um encontro da FAU consigo mesma, sem dispensar, é claro, alguns convidados especiais que se dispuseram a prestigiar e abrilhantar nossa festa.

 

A quebra de rotina é um requisito da festa. A aparente interrupção de nossas atividades cotidianas desencadeia uma metamorfose, uma transformação no espaço-tempo, uma espécie de encantamento. É aqui que a FAU fica mais inteira e parecida com ela mesma! Aqui não há diferenciação entre alunos que cursam períodos distintos; aqui se atenuam (tendendo a desaparecer na própria festa) as classificações hierárquicas e institucionais entre professores, alunos e funcionários; aqui não existem as disciplinas nem a separação entre conteúdos programáticos; aqui, por um momento, não existem departamentos, nem as importantes especialidades pós-graduantes que fazem parte da FAU. Aqui, pelo menos enquanto durar a magia do encantamento (e espero que ela se instaure de modo cada vez mais radical e permanente), somos todos FAU e atendemos pelo único nome de Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Por isso a Semana da FAU é um encontro marcado entre alunos, professores e funcionários, no qual a FAU vem conhecer a FAU e celebrar o fato de estarmos todos juntos construindo uma Universidade pública e gratuita, comprometida, no campo da atuação profissional do arquiteto e urbanista, com a transformação da realidade com vistas à construção de um mundo melhor. Isso se traduz, no caso da FAU, pelo enfrentamento e discussão de temas relativos aos problemas sócio-espaciais vividos pela sociedade brasileira em nossas cidades.

 

O novo formato da Semana da FAU, proposto pela Direção da Escola a partir de 2006, quando tivemos o Seminário Habitar a Cidade, dedicado ao tema das favelas, resulta, em boa medida, desta reflexão a cerca das nossas práticas acadêmicas e do nosso compromisso com a qualidade do ensino de arquitetura e urbanismo.

 

A idéia consiste, basicamente, na proposição de tema central de reconhecido interesse para o nosso campo de atuação, que funcione como eixo condutor da programação da Semana. Em torno do tema escolhido, transformado em objeto de estudo, se constrói uma discussão transdisciplinar envolvendo professores, pesquisadores, alunos e profissionais que possam contribuir para ampliar a nossa compreensão sobre aquele assunto.

 

Uma das apostas, implícitas na linha de trabalho assumida pela Diretoria Adjunta de Extensão, é fazer com que esta grande mobilização da comunidade acadêmica em torno da discussão de temas fundamentais repercuta dentro das nossas salas de aula, contagiando os conteúdos das disciplinas, arejando e renovando o debate das idéias e aproximando o processo de ensino-aprendizagem das reais necessidades do país.

 

A preparação da Semana começa com quase um ano de antecedência, a partir da criação de uma comissão formada por professores, alunos e profissionais que tenham familiaridade com o tema ou, mesmo, interesse em participar das discussões e da organização do evento. Essa é a parte, podem acreditar, mais interessante dos trabalhos de preparação da Semana. A comissão organizadora funciona como um grupo de estudos, discutindo idéias, trocando textos e sugerindo várias possibilidades de abordagem do tema. A partir das discussões travadas pela comissão, vai se desenhando a própria arquitetura do Seminário.

 

E aqui cabe um reconhecimento a todos aqueles que integraram a Comissão Organizadora da Semana da FAU, bem como ao imprescindível apoio institucional recebido através da Equipe da Ana Palhares da SAG, Coordenação de Extensão do CLA e da Pró-Reitoria de Extensão da UFRJ e, ainda, o apoio financeiro recebido através do Edital para a realização de eventos culturais do Banco do Brasil.

 

Para esta segunda edição consecutiva da Semana da FAU, em novo formato, foi realizada uma consulta através do web-site da FAU para a definição do tema do Seminário. O resultado da consulta, também divulgado através do web-site, indicou os subúrbios cariocas como opção mais votada pela comunidade acadêmica.

 

Embora não estivesse em discussão a pertinência e a importância do tema, por si só auto-evidentes, o tema dos Subúrbios Cariocas se apresentou, inicialmente, como um grande desafio para todos nós. Isso porque estávamos lidando com um tema muito pouco estudado e, de um modo geral, pouco valorizado em função das representações simbólicas construídas pelo senso comum. Tratam-se, como todos sabemos, de representações preconceituosas e depreciativas que acabam por revelar, ainda que involuntariamente, o caráter excludente e segregacionista do processo de urbanização que parte e reparte a nossa cidade em tantos pedaços distintos e incomunicáveis.

 

Mas a verdade é que quando nos colocávamos a fatídica pergunta “afinal, o que é o subúrbio?” surgiam, entre nós, opiniões divergentes e, mesmo, desencontradas. Se tentávamos delimitá-lo geograficamente a confusão aumentava. Surgiam novas perguntas sem respostas fáceis, como por exemplo: onde fica o subúrbio? O Leblon é um subúrbio? A Barra é subúrbio? Quando um bairro deixa de ser subúrbio?

 

Aos poucos fomos nos dando conta que a nossa dificuldade em responder essas perguntas básicas revelava a imensa riqueza do tema escolhido para a Semana da FAU. A Comissão Organizadora, a partir das pesquisas desenvolvidas e dos autores estudados, decidiu então que o Seminário Subúrbios Cariocas (dito assim no plural, com todos os “esses”) deveria não apenas explicitar as nossas dúvidas, como ser por elas estruturado. Assim, o Seminário deixou-se conduzir por quatro perguntas-chave: o que é o Subúrbio? Onde fica? Como surgiu? E para onde vai?

 

A programação foi dividida, tal como no ano passado, em quatro faixas de horário. A primeira transcorre de 9:30 as 11:30h com três palestrantes convidados: na terça-feira teremos o Prof. Nelson da Nóbrega, do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFF que apresentará a palestra “Onde as cidades perdem seu nome”; na quarta-feira teremos o Prof. Antonio Pedral, da FAU-UFRJ, falando sobre “Subúrbios e periferia: a ferrovia na construção da Região Metropolitana do Rio de Janeiro”; na quinta-feira, a convidada será a Prof. Márcia Ferran, gerente de Espaços Culturais da Secretaria de Cultura de Vitória, com a palestra “De Bangu a Aubervilliers: política cultural e gestão urbana contemporâneas”.

 

Na segunda faixa de horário que vai das 11:30 as 13:30h, serão discutidas as experiências concretas de atuação profissional do arquiteto e urbanista nos subúrbios cariocas, com a apresentação dos Rio-Cidade Suburbanos do Méier, Irajá, Av. Suburbana, Pavuna, Madureira e Vila Isabel.

 

Na terceira faixa teremos três mesas-redondas: na terça-feira, a mesa será formada por professores da FAU apresentando uma pesquisa acadêmica desenvolvida com alunos do Trabalho Integrado I nos bairros de Madureira e Oswaldo Cruz , seguida de uma discussão conceitual sobre o tema dos Subúrbios; na quarta-feira, teremos uma mesa-redonda sobre O Patrimônio Cultural dos Subúrbios e na quinta-feira, receberemos a Prof. Regina Meirelles da Escola de Música da UFRJ, com a palestra “Vozes desassombradas da periferia: funk, rap e hip-hop” e um Bate-papo sobre Cultura Popular e Subúrbio com o escritor, jornalista e crítico de Musica Popular Sergio Cabral.

 

Na quarta faixa de horário, teremos a Maratona do CAFAU que já foi iniciada com um passeio de trem até Marechal Hermes, com direito a uma feijoada na Quadra da Portela, em Madureira, seguida de muito samba. O passeio foi acompanhado pelos professores William Bittar e Ricardo Esteves da FAU e por um convidado especial, o cineasta Luís Claudio, que coordenará uma oficina de áudio-visual da qual resultará um documentário, ou como o CAFAU prefere chamar, uma “coisa assim meio visual” que só saberemos o que é quando estiver pronta. E, pelo o que eles demonstraram na Semana da FAU do ano passado, podemos apostar que “a coisa” será interessantíssima.

 

Assim como não há festa sem música, não se pode falar de Subúrbio Carioca sem samba. Por isso, após esta solenidade, e ainda como parte da abertura oficial da Semana da FAU 2007, assistiremos a uma Aula Musical, com o professor, arquiteto e pandeirista Adilson Roque. Ele convidou uma “turma da pesada” para apresentar um repertório musical inteiramente dedicado aos Subúrbios Cariocas.

 

Com isso eu finalizo desejando uma boa FESTA a todos vocês e a todos os demais convidados da Semana da FAU 2007.

 

Muito Obrigado.

 

 

Rio de Janeiro, 15 de outubro de 2007

 

Cristovão Fernandes Duarte

Diretor Adjunto de Extensão da FAU-UFRJ


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